A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido da defesa e parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Após deixar o hospital, Bolsonaro colocou tornozeleira eletrônica e seguiu para sua residência, onde ficará sob monitoramento. A decisão considera a necessidade de recuperação do ex-presidente, diagnosticado com broncopneumonia.
Segundo o procurador-geral Paulo Gonet, laudos médicos indicam que o tratamento em ambiente domiciliar é mais adequado no momento.
Ao final do prazo, o STF deve reavaliar a continuidade da medida.

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