⚖️ Um empresário do ramo farmacêutico foi condenado pela Justiça do Trabalho após hostilizar um funcionário por questões políticas no Ceará.
A decisão foi mantida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), que confirmou o pagamento de verbas trabalhistas e indenização de R$ 10 mil por danos morais ao ex-funcionário.
💬 Segundo o trabalhador, ao cobrar salários atrasados, era alvo de comentários ofensivos do patrão, que dizia para ele “fazer o L e pedir ao Luiz Inácio Lula da Silva”. O empregador ainda associava as dificuldades financeiras do funcionário à sua escolha política.
🚨 Em um dos episódios mais graves relatados, o empresário afirmou que um assalto sofrido pelo filho do empregado seria “merecido” por conta do voto no então candidato.
📍 O caso começou na Vara do Trabalho de Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza. Apesar da ausência de provas documentais, o próprio empresário admitiu em depoimento as falas consideradas discriminatórias.
📊 A sentença inicial reconheceu o assédio moral e determinou o pagamento de diversas verbas trabalhistas, incluindo salários atrasados, férias, 13º, FGTS com multa e horas extras.
👩⚖️ A decisão foi mantida por unanimidade no Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região e, posteriormente, confirmada pelo TST, que encerrou o caso no fim de março.
⚠️ O caso reforça que discriminação política no ambiente de trabalho pode gerar condenações por danos morais.
Fonte: G1

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